A arte através de vidros quebrados.
Esse blog foi totalmente reformulado.Todas as poesias, textos, frases e fotos aqui postados foram selecionados para sensibilizar você. Alguns deles nos fazem refletir, outros nos contagiam com seu inerente bom humor. Entre e fique à vontade!
11 de jul. de 2014
as casas
Uma "habitação organismo" definida pelo próprio arquiteto. O caracol, inspiração para a forma já é uma casa, tamanha lógica não diminui sua magia.É a interpretação da natureza.
De linguagem autêntica e peculiar, essa casa pertenceu ao próprio arquiteto que buscou transformar a tradicionalidade das casas em algo novo e inusitado, usando materiais simples e pouco usuais para arquitetura. A casa sensorial buscava reunir arte e música dentro de si.
Típico exemplo de arquitetura vernacular, essa casa foi construída com materiais encontrados na região, desde pedras à entulhos. A obra durou 28 anos e foi construida pelas mãos dos proprietários.Esse "elefante" não foi projetado, mas ganhou vida e foi evoluindo pedra por pedra.
Esse "ovo de madeira" na verdade é um escritório de jardim, foi construído com madeira, fibra de vidro, e acabamento de gesso acartonado. É fornecido em série e pode ser comprado pela intenet por uma bagatela de 34.000 dólares.
6 de jul. de 2014
a chegada
Há os que chegam fazendo barulho e os que surgem trazendo o silêncio. E existe você, que apareceu silenciosamente barulhento.
o sorriso
Às vezes eu tenho a impressão de que alguns sorrisos são ondas que começam no coração, brincam de sol nos olhos e, instantaneamente, levam clarão para a boca, para o rosto todo, para a vida inteira.
o conselho
Abre as caixinhas de mimos que você guarda bem escondidas no fundo da alma... as caixinhas onde você escondeu seus melhores sonhos, seu olhar mais doce, sua voz calma, e as lágrimas de emoção... rompe os lacres, deixe as esperanças fugirem e transformarem-se em realidade, deixe aquelas risadas gostosas livres para contagiarem a todos, deixe escapar o melhor de ti. Abre os cadeados da alma...liberte tua vida para que a felicidade a veja...e perdidamente por ti se apaixone!!"
as perguntas
Como se vai embora de uma pessoa? Onde se compra a passagem? Vai-se de ônibus? Avião? Trem? Ou vai-se a pé tropeçando na vontade tola de voltar? Quantos quilômetros de tempo são necessários para estar longe o suficiente? É preciso viajar até mudar de estado para mudar o estado da alma? Como se vai embora de uma pessoa? Esquecer é sofrer um acidente neste incidente todo que é amar.
22 de jun. de 2014
a poesia
E que me seja suficiente o teu aconchego, que me satisfaz e tranquiliza. Me escondo em ti e não me encontra o medo...sou tua cria, porque me amparaste, eterna em mim, para sempre no teu colo. Meu universo é simples, sou só eu e você!
Mário Quintana
A vida é um incêndio: nela
dançamos, salamandras mágicas.
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!
Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...
a independência
Independência nada mais é do que ter poder de escolha. Conceder-se a liberdade de ir e vir, atendendo suas necessidades e vontades próprias, mas sem dispensar a magia de se viver um grande amor. Independência não é sinônimo de solidão. É sinônimo de honestidade: estou onde quero, com quem quero, porque quero.
o amor
Amar é encontrar aquilo que não se procura. Aquilo que surge sem explicação, que não tem lógica e contra o que não adianta lutar: nenhuma resistência é suficiente. Amar é puro fascínio. Você cruza com uma pessoa que talvez nem equalize com seus sonhos, mas é com ela que se deu o click, o curto-circuito, que algo foi despertado. A mágica está no que não veio por encomenda, nem atendendo a pedidos, nem no momento certo, nem mesmo pegou você de banho tomado – é um flechaço do Cupido, que às vezes é ruim de mira, mas ao menos tem boa intenção.
31 de mai. de 2014
a certeza
Não foi desejo, nem vontade, nem curiosidade, nem nada disso.
Foi um choque elétrico meio que de surpresa, desses que te deixa com o corpo arrepiado, coração batendo acelerado e cabelo em pé.
Foi sentimento, não foi planejado nem premeditado. Foi um só querer estar perto e cuidar, tomar todas as dores e lágrimas como se fossem suas.
A vontade e o desejo vieram depois, bem depois... não foi um lance de corpo, foi um lance de alma.
Foram os olhos, os sorrisos, o jeito de andar, de se vestir... foram as palavras.
Uma saudade e uma urgência daquilo que nunca se teve, mas era como se já tivesse tido antes, foi amor... é amor!
o fim
Um dia eu ainda lhe conto como tudo silenciou e terminou dentro de mim. Dizem (e eu acredito) que contando assim, aos poucos, a gente transforma vazios em encantos. Noites em dias. Janelas em portas. Perguntas em respostas. Não sei se é assim, nesta ordem. Mas quando o propósito é bonito, a alma nunca prende o riso.
a evolução
Cada dia é sempre diferente dos outros, mesmo quando se faz aquilo que já se fez. Porque nós somos sempre diferentes todos os dias, estamos sempre a crescer e a saber cada vez mais, mesmo quando percebemos que aquilo em que acreditávamos não era certo e nos parece que voltamos atrás. Nunca voltamos atrás. Não se pode voltar atrás, não se pode deixar de crescer sempre e não se pode não aprender.
a volta
É preciso voltar... e a gente sempre volta. Volta das férias, volta das batalhas, volta no tempo ao sentir um perfume, volta a ser criança com as crianças, volta a ser racional quando a loucura pensa que é dona da casa. A gente volta, porque voltar não é retroceder, é se reencontrar nas partidas para se descobrir em novos caminhos...
a areia
Sou como areia de praia. Se me pegas na mão, tens condição de sentir toda a minha maciez e ao mesmo tempo, a facilidade com que posso escorrer entre seus dedos...
25 de mai. de 2014
a réplica
O artista indiano Shaikh
Salimbhai, de 26 anos, criou uma réplica do Taj Mahal feita com palitos de
fósforo. Salimbhai usou cerca de 75 mil palitos de
fósforo e levou um ano e 19 dias para criar a réplica do famoso monumento
indiano.
os grafiteiros
Na cidade de Mannheim, Alemanha, uma dupla de grafiteiros conhecida como Zebrating, tem uma forma muito particular de colorir as ruas. Eles pintam em grades, o que obriga a dividir as obras em várias partes e faz com que só os mais atentos consigam vê-las.
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